Bonitonas,
estou postando semanalmente no What About!. Queria muito convidá-las para conhecer este espaço que é de outra mineira, a Carol Rache. É um blog lindo, com temas variados (moda, nutrição, viagens, filhos, música) e tenho certeza que todas vocês adorarão conhecer.
Por enquanto, meus textos estão na seção "etc", mas em breve teremos uma tag pra chamar de Bonitona!
Para entrar em contato diretamente comigo, por favor, mandem email no henriqueslaura@hotmail.com, vou adorar receber notícias de vocês! O outro email está desativado!
Um beijo grande,
Laura
sábado, 15 de setembro de 2012
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Realizando sonhos
Olha, Bonitonas,
se tem uma coisa que eu levo a sério nessa vida são os sonhos. Os meus, os dos outros, os de todo mundo. Porque aprendi que, muitas vezes na vida, nossos sonhos podem ser tudo o que temos.
se tem uma coisa que eu levo a sério nessa vida são os sonhos. Os meus, os dos outros, os de todo mundo. Porque aprendi que, muitas vezes na vida, nossos sonhos podem ser tudo o que temos.
Acontece que um dia desses, meu pai recebeu, lá em casa, uma ligação de uma bonitona, a Jurema, que se identificou como leitora do blog e do livro, pedindo pra ele ajudá-la a realizar um sonho: conhecer a Grazi Massafera pela promoção da Elseve (que eu nem sabia que estava rolando, já que moro longe, longe...)
Bem, ela postou uma foto no site da promoção e se a foto for bem votada, pelo que entendi, ela ganha o prêmio. Por isso, estou divulgando a história. Se vocês puderem, entrem no tal site e vejam a foto da Jurema (achei ela bem bonitona, e votei nela). Se acharem que ela merece, votem também! Quem sabe ela não consegue o que tanto sonhou?
O site é http://www.reparacaototal5.com.br/ e é só entrar na "Galeria de Fotos"pra votar.
Beijo Jurema, estou torcendo por você!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Eu, por Clarice Lispector
"Acho que vou ter que contar uma verdade. A verdade é que Laura tem o pescoço mais feio que já vi no mundo. Mas você não se importa, não é? Porque o que vale mesmo é ser bonito por dentro. (...) Outra verdade: Laura é bastante burra. Tem gente que acha ela burríssima, mas isto também é exagero: quem conhece bem Laura é que sabe que Laura tem seus pensamentozinhos e sentimentozinhos. Não muitos, mas que tem, tem só porque sabe que não é completamente burra ela fica toda prosa e boba. Ela pensa que pensa. Mas em geral não pensa coisíssima alguma."
(Clarice Lispector, em A Vida Íntima de Laura)
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Nota Mental 4
Amar se aprende amando. Sem omitir o real cotidiano - também matéria de poesia. (CDA)
Só pra reforçar.
Só pra reforçar.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Pedido de perdão
No começo do ano, assisti na TV daqui (acho que na BBC, mas não tenho certeza absoluta), um documentário sobre a vida do Elvis Presley. Não sei se é só comigo que isso acontece, mas quando eu conheço a história da pessoa, tenho a tendência de gostar mais da obra. E, por isso, gostei muito do documentário, que ia mostrando o que estava acontecendo na vida dele, quando as músicas mais famosas foram compostas.
De todas, uma me chamou mais a atenção: You were always on my mind (você sempre esteve nos meus pensamentos - tradução minha, rsrsrsrs)...
Fiquei pensando que ele tinha pisado demais na bola com a Priscila (esposa dele), e que ela tinha todos os motivos do mundo pra ter saído do casamento (e saiu). Sei que ele era um mulherengo, desnaturado, safado, cachorro, sem vergonha...
Mas, olha, se Elvis-o-homem-mais-sedutor-do-mundo-e-mito fosse meu ex marido e parasse na minha porta, pedindo perdão e cantando isso pra mim...hum, não sei se eu me segurava não.
Mas, olha, se Elvis-o-homem-mais-sedutor-do-mundo-e-mito fosse meu ex marido e parasse na minha porta, pedindo perdão e cantando isso pra mim...hum, não sei se eu me segurava não.
Ah, a letra - com a tradução - está aqui.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Lavando a roupa suja - parte 3
Bem, depois de resolvido meu problema no Brasil, eu poderia imaginar que, na Escócia, a coisa toda seria bem mais simples. Mais uma vez, eu não poderia estar mais enganada. Porque, bonitonas, se tem uma coisa que é verdade nesse mundo é que tudo sempre pode piorar.
Sim, eu estava mais escolada quando cheguei por essas bandas. Se alguém viesse me oferecer apartamento com tanquinho pra alugar, ia se ver comigo. Já tinha até preparado uma listinha de impropérios - com sotaque escocês - pra esculhambar o audaz.
Felizmente, todos os flats visitados tinham máquina. Alívio - bastante breve, já que, depois de uma semana morando no hotel, o que não me faltavam eram roupas pra lavar.
No flat que alugamos, a máquina ficava na cozinha, debaixo da bancada da pia. Era uma máquina básica, me explicou a locadora, e tinha aquele lugar de por a roupa pelo meio (sabe? aquela bolota central?).
Separei as roupas brancas das coloridas (olhem só como eu evolui!), coloquei o amaciante no compartimento de amaciante, o sabão em pó no compartimento do sabão em pó (olhem, olhem todas! evolução mode on) e, tcharam, apertei "ON".
Nada aconteceu. Então, me ajoelhei, literalmente, como se pedisse aos céus que me ajudassem. Encarei o visor de frente, que é assim que a gente tem que encarar as coisas que nos desafiam nessa vida e vi, que tinha uma bolotinha a ser rodada, escolhendo uma entre DOZE opções de programas. Detalhe: cada programa era um número, sem grandes descrições do que cada número cabalístico pudesse significar.
Lá fui eu pra internet, essa querida amiga de toda dona de casa moderna, procurar o manual da máquina.
Horas depois, e digo HORAS, porque foram HORAS mesmo, escolhi um dos programas, ajustei a temperatura da máquina (sim, porque não bastasse escolher o raio do programa, ainda tem que ver qual temperatura combina com ele) e, novamente, apertei a tecla "ON".
Pelo visto, escolhi o programa mais longo do cardápio (porque pensei que eu queria sim minhas roupas bem limpinhas), e duas horas e muitos barulhos exóticos depois (o da centrifugação em especial era música pros meus ouvidos), silêncio, que indicava que as roupas poderiam ser retiradas.
Pendurei as roupas no nosso pequeno e discreto varal portátil e dobrável, que foi devidamente armado ao lado do aquecedor da sala de estar/jantar/tv e escritório, ou seja, na nossa única sala e fui dormir o sono dos justos.
Acordei na manhã seguinte e parecia, para minha completa decepção, que as roupas tinham acabado de sair da máquina, tão molhadas estavam. Mesmo ligando o aquecedor de quando em vez, o processo de secagem demorou 3 (três) dias e meio. Colocar as roupas no varal externo simplesmente não era uma possibilidade, já que nevava um bocado e, quando não estava nevando, estava chovendo granizo.
Para quem está habituada a um país tropical, 3 dias pra secar 1 (uma) batida de roupas, quando um cesto lotado de mais roupas espera sua chance no varal é bastante irritante. Meu minúsculo e insuficiente varal era praticamente uma fila do SUS para as outras roupas que eu não podia lavar já que elas tinham que ficar a espera de uma "vaga" para secar. Sem contar que, com tanto tempo na "secagem" as roupas perdem o cheirinho de limpo (e pegam o cheirinho de comida, já que o aquecedor é do lado da cozinha). Um horror.
Resultado: ligar o aquecedor sem dó e tentar fazer a roupa secar na marra, ou, melhor, no gás.
Resultado indireto: conta de gás que não nos permite usar o gás até o ano que vem. Aliás, permite, mas teremos que vender todas as nossas roupas.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Londres
Londres é uma surpresa boa.
No dizer de Clarice Lispector, "Não é como Paris, que é imediatamente e claramente Paris. É preciso ir pouco a pouco entendendo, pouco a pouco reconhecendo."
Eu não sabia muito o bem o que esperar de Londres e, talvez por isso, tenha gostado tanto. Desde a primeira vez que fui (já são três esse ano, porque, afinal, não é assim tão longe - 10h de ônibus). Cada visita é completamente diferente da anterior e eu não me canso. Paris - calma, calma, irei falar de Paris - tem essa grandiosidade que se impõe e pra onde quer que a gente olhe a gente se lembra: estou em Paris. É torre Eiffel, é Arco do Triunfo, é a Champs Elysees... Londres não. Para Londres a gente olha e se surpreende, meio assim: gente! isso também é Londres? Isso também cabe em Londres? E cabe.
E por caber tanta coisa em Londres, a sensação é que lá a gente não é visita. A gente cabe, a gente meio que se sente parte, o que, pelo menos pra mim, não acontece em Paris. Paris é a celebridade inatingível. Londres é o que você quiser que seja.
Então, eu quis que fosse muitas coisas, e me diverti muito com cada uma das coisas que conheci. Desde a troca da guarda da rainha, até a feirinha de Notting Hill (mini-decepção porque não tocou "Sheeeee" na estação de metro, rsrsrsrs), desde a London Eye até o Mercado de Candem Town, desde o Tate Modern até o Museu do Sherlock Holmes, desde a Harrods até a patinação no gelo na pista do Museu de História Natural... Tudo é muito legal em Londres. Além disso, tem teatros/musicais, como meus já amados Fantasma da Ópera e Love Never Dies.
Dei muita sorte com o clima, peguei pouquíssima chuva.
Eu sei que Ernest Hemingway escreveu "Paris é uma festa". Mas assim, Paris deve ser um casamento muito chique. Londres também é uma festa, pra dançar a noite inteira como se ninguém estivesse olhando (porque, realmente, eles não estão) e, quando o sol raiar, seguir dançando.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Um muito de Clarice
"Ela pensava que a pessoa é obrigada a ser feliz. Então era."
(Clarice Lispector, em A Hora da Estrela)
(Clarice Lispector, em A Hora da Estrela)
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Edimburgo
Edimburgo é a cidade dos sonhos. Dos meus sonhos pelo menos.
Foi a primeira capital europeia que conheci, obviamente por ser a capital da Escócia e a mais perto de Aberdeen também.
Não poderia ter feito escolha melhor. Edimburgo tem a medida certa da novidade: charme desmedido, cara de cenário de filme de época, e o som das gaitas de foles, sempre ao fundo.
Quem quiser conhecer Edimburgo tem que começar antes de ir, assistindo o filme "Coração Valente", com o Mel Gibson. O filme conta uma parte das guerras pela independência da Escócia e deixa a gente no clima certo pra chegar na cidade.
O ponto mais famoso de Edimburgo é o Castelo de Edimburgo, que foi onde eu descobri que um Castelo é uma fortaleza medieval, e um Palácio é uma casa de princesa dos contos de fadas.
Entre o Castelo e o Palácio de Holyrood, que é a residência oficial da família real britânica na Escócia, fica uma rua, chamada Royal Mile, porque mede uma milha e porque liga os dois pontos.
O Castelo é bem legal, mas eu, depois já ter ido umas 5 vezes em cada um, prefiro o Palácio, e os jardins do Palácio. Gosto bem de saber que a família real USA de verdade aquele lugar, e adoro a sala de jantar, com a mesa posta, e, mais que tudo, ADORO a história do amante da rainha Mary, Queen of Scots, que foi assassinado no quarto dela.
Além dos seus extremos, a Royal Mile é famosa por ser a rua mais turística da cidade, com seus pubs, cafés e inúmeras lojinhas de tudo quanto há. Cashmere, xadrez, xadrez, xadrez, canecas, moletons, souvenirs de todos os tipos preços e modelos, tudo está aqui. E é sempre uma delícia observar as pessoas, de todas as partes do mundo, passeando...
A principal avenida de Edimburgo é a Princess Street, cheia das lojas que a gente ama: Zara, Topshop, H&M e outras, muitas outras, inclusive uma loja de departamentos bem grande aqui no Reino Unido, que chama House of Fraser, cheia de marcas boas e com preço sensacional (comparando com os preços do Brasil, principalmente).
De um lado da Princess Street fica o Princess Gardens, que é um jardim enorme, um semi-parque na minha opinião e lindo, lindo, lindo, principalmente nos dias de tempo bom.
Bem, se tiverem dúvidas, mandem-nas. Por enquanto, as fotos!
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Lavando a roupa suja - parte 2
Continuando...
Antes de mais nada, leiam a parte 1.
Antes de mais nada, leiam a parte 1.
Então, continuemos...
Na verdade, o que aconteceu foi o seguinte: eu tinha uma diarista que ia uma vez por semana. Então, na minha lógica era assim: eu lavava as roupas na véspera, ela passava no dia da faxina... No momento em que as roupas ainda estava chovendo sobre mim, eu já pensei que aquilo tinha sido um erro e que, na semana seguinte, eu iria pedir que ela lavasse, pra que eu pudesse passar (o que, novamente, se provou ser de uma burrice sem precedentes, que será devidamente explicada num capítulo próprio)...
Depois que as roupas secaram, elas estavam duras. A calça jeans podia ficar em pé do meu lado, como se fosse metade de um espantalho... e é claro que a gênia da lavanderia que vos escreve não tinha pensado que precisava de amaciante pras roupas!
Tudo duro, duro, duro e eu pensando que aquilo não era normal, mas, de qualquer forma, nutrindo esperanças de que na hora de passar as roupas amaciassem, naturalmente.
Desesperada, sai pela noite já escuro (sério, devia ser umas 9 da noite já) a procura de um amaciante pra chamar de meu. Descobri, encantada um produto chamado "Comfort Tanquinho" (atenção, este post não é patrocinado, mas se o povo da Comfort animar, tamos ai pra isso, porque o produto é bom mesmo, rsrsrsrsrsrsrs)...
É assim: depois de salvar as roupas das profundezas do tanquinho (ah, da segunda vez que fui lavar, constatei que era mais inteligente prático, esvaziar o tanquinho e DEPOIS tirar as roupas lá de dentro, em vez de praticamente mergulhar no sabão e na água pra tentar, às cegas, achar suas peças perdidas...) Mas, voltando de novo (gente, hoje estou cheia de digressões), você passa as roupas numa solução de água + comfort tanquinho, torce (delicadamente) e põe pra secar. O sensacional da história é que o produto amacia E retira o excesso do sabão (já que, repetindo, o tanquinho não enxagua) então é um avanço enorme pra quem está aprendendo tudo! Pula uma etapa! Yay! Comemorei demais, né?
Então, depois de lavar roupas umas três semanas consecutivas, comecei a desconfiar que a faxineira estava ficando com a parte fácil (porque, na minha inocência, eu acreditava que tinha uma parte fácil e uma parte difícil nessa história, porque não podia ser tudo difícil. Mas é: tudo difícil.) E mudei os papéis.
O dia da faxina era sexta. Então, ela chegou lá em casa e eu disse: Olha, hoje você vai lavar as roupas e, amanhã, eu passo. Você sabe usar o tanquinho?
(olhar de desprezo da moça: claro!)
Então, lá fui eu, feliz e saltitante, trabalhar.
Saimos na sexta e, no sábado, cedo, por volta de 8 da manhã, acordei, liguei a TV, abri a tábua de passar na sala, em frente à TV, descobri como ajustava a altura da tábua de passar, peguei todas as roupas do varal, conferi se estavam secas, empilhei na mesa de jantar e liguei o ferro.
Ai, a segunda parte do drama começou: qual a temperatura ideal? Qual é o tipo de tecido? O que significam os símbolos misteriosos das etiquetas das roupas?
Decidi começar pelo mais fácil: uma cueca. Bem, na verdade, fiz uma triagem e decidi que algumas roupas nem precisavam ser passadas. Meias e regatas caneladas de malha foram diretamente pra gaveta. Cuecas eu também achava que não precisavam ser passadas, mas para serem queimadas, eventualmente, melhor queimar cuecas. Pra mim, esse negócio de queimar sutiã só é legal no movimento feminista. Meus sutiãs nananinanão.
Então, comecei pelo começo, e, passada a primeira cueca, decidi que não passaria mais nenhuma. Tava bom de treino. Passei para as calças jeans. Grau de dificuldade médio. Calças sociais: tranquilo. Quer dizer, o ferro já estava ligado a duas horas, mas eu estava confiante.
Até olhar pra primeira camisa social. A primeira de 8, porque eu e o marido usamos pra trabalhar.
Gente, que desânimo na alma. Eu não sei quem inventou esse hábito de usar camisa social, mas, COM CERTEZA, foi alguém que nunca teve que PASSAR uma camisa social.
Você passa um lado, o outro amarrota. Passa uma manga, a outra arrasta no chão e... amarrota. Você tenta passar o punho, tudo amarrota. Um desespero. Ai, você liga pra sua mãe e ela fala: passa do lado avesso, e você tenta, mas é um desastre.
Lá pelas tantas, você começa a se dar conta de como é barato o dia da diarista. Aliás, do quanto é ultrajante o que a diarista cobra por um trabalho tão exigente, tão requintado e tão intelectualmente desafiador. E ai, você pensa. É preciso de mais um dia de diarista. Que foi o que eu fiz, pelo bem do meu casamento.
Ai você decide: vou economizar na comida, mas a diarista precisa
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Love never dies
Estive em Londres há uns dias e assisti à continuação do Fantasma da Ópera. Engraçado, porque eu nunca assisti a 1a parte (só no filme) e, pra ser bem sincera, este foi o primeiro musical que eu assisti. Pra quem gosta, um prato cheio. Eu, que amo...bem, amei. Principalmente a música tema, com uma letra linda, muito emocionante e que fala, de um jeito muito lindo, que o amor não morre nunca...
Comprei o cd, e fico ouvindo, ouvindo, ouvindo...essas músicas que não saem da cabeça nunca, sabem como?
E como eu tenho a teoria de que a gente só consegue tirar uma música da cabeça se conseguir passar pra cabeça de outra pessoa.... Um clássico pra esgoelaaaaaaaar no chuveiro!
Com vocês...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Nota mental 2
O mais importante num casamento, hoje eu acho, não é o amor. O mais importante é o respeito. Respeito recíproco. Sem ele, o amor simplesmente não é possível.
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