Ah, e nessa toada de desencalhamentos, o nome do blog vai mudar, pelo menos por enquanto.
O endereço é o mesmo, mas agora, é só Blog da Bonitona. E das bonitonas - encalhadas ou não - que aparecem por aqui também...
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Casamento de novela
Essa semana, foi o casamento da Luciana e do Miguel. Sempre achei muito engraçado como as pessoas que (como eu) gostam de novela, acabam falando dos personagens conmo se fossem pessoas conhecidas, amigos próximos. Já perdi a conta de quantas vezes estava num papo animadissimo e meu pai interrompeu: mas de quem vocês estão falando? E eu respondi: ah, da novela...
E, acompanhando Viver a Vida pelo youtube, apesar de minha antipatia pela Helena, não podia perder o casório da Luciana com o Miguel...
E, como se fosse um casamento da vida real, adoro ver as produções...e achei a produção de todos impecável. Amei a roupa das mães (Tereza e Ingrid), e das irmãs Mia e Isabel. O da Mia então...achei tudo lindo, principalmente o vestido amarelo (gosto muito de vestidos amarelos desde "Como perder um homem em 10 dias"). Não amei o coque da noiva, achei muito, muito, muito no alto da cabeça...mas gostei do adereço na testa, para o estilo dela, claro.
E, como se fosse um casamento da vida real, me emocionei...
E, acompanhando Viver a Vida pelo youtube, apesar de minha antipatia pela Helena, não podia perder o casório da Luciana com o Miguel...
E, como se fosse um casamento da vida real, adoro ver as produções...e achei a produção de todos impecável. Amei a roupa das mães (Tereza e Ingrid), e das irmãs Mia e Isabel. O da Mia então...achei tudo lindo, principalmente o vestido amarelo (gosto muito de vestidos amarelos desde "Como perder um homem em 10 dias"). Não amei o coque da noiva, achei muito, muito, muito no alto da cabeça...mas gostei do adereço na testa, para o estilo dela, claro.
E, como se fosse um casamento da vida real, me emocionei...
Sou boba demais, né? Faz parte. Novela é só um dos meus pontos fracos.
E vocês, tem algum casamento de novela INESQUECÍVEL? Ou de filme, quem sabe?
sábado, 8 de maio de 2010
O que nem sempre é visível aos olhos...
Muitas vezes, o que a gente vê não é tudo. Muitas vezes, o que é a gente vê não é nem a metade...
E, em muitas dessas vezes, o que não é visível existe mais concretamente do que tudo que enxergamos, tocamos, sentimos.
Acho que o amor é assim. Invisível a muitos olhos, mas facilmente visto, pelo coração.
Uma das maiores injustiças dos "grandes momentos da vida de uma mulher", se é que podemos chamar assim a festa de 15 anos e o casamento, é que, geralmente, a mãe faz tudo, cuida de tudo, olha os detalhes e, na hora H, no auge destes momentos, quem surge, aparece, é o pai. Assim é a valsa dos 15 anos. A valsa das formaturas. A entrada na igreja.
E assim, aos olhos de todos os outros, a mãe fica no cantinho, na primeira fila, na plateia. Mas, para todas as filhas, acredito que...ela está lá. Dentro da gente. Tão perto, tão parte, que é com a gente que ela dança aquela valsa. Se vendo no nosso lugar, sentindo exatamente o que sentimos. Torcendo, vibrando, no lugar mais vip do mundo: no coração.
E os olhos da minha mãe, em qualquer ocasião, são os que eu busco sempre. Um olhar que, quando todos os olhares estão voltados para mim, é o único que importa. Que me faz ter coragem, ir até o fim. Um olhar que me repreende às vezes, e anula todos os olhares de aprovação que não venham dela. ë o olhar da mãe que importa, que conta, no fim das contas.
Um olhar que é invisível aos olhos dos outros, que se distraem com tantas coisas visíveis. Com tantas cores, pessoas, imagens. Um olhar que olha amor. Um olhar de um amor extenso, que alcança o outro lado do mundo, do oceano e que chega com conforto, com carinho. Minha mãe olha para mim, mas, mais que isso, ela olha por mim. E faz minha vida mais feliz, como eu gostaria de poder fazer mais feliz a vida dela também.
E hoje, mãe, queria que meu amor também atravessasse o oceano, e que você soubesse, que, no que eu posso (e muitas vezes no que eu nem sei que posso) eu vou olhar por você também.
Te amo! Muito!
Laurinha
Quanto mais eu rezo...
Estava eu peruando pelo EGO hoje, quando me deparei com as fotos de Fernanda (BBB10), Anamara (BBB10) e Vivi Araújo (ex-Belo) num desfile de noivas.
Bem, tirando a simpatia pessoal que tenho pela Fernanda, não sou muito fã das outras, então acho que fico um pouco mais crítica e não vou falar nada delas. Mas sério, se alguém me disser que quer casar com esse cabelo:
Bem, nada contra, cada uma casa do jeito que quiser, mas é que eu achei que eram fotos de making off, tipo, fiquei esperando soltar esses "bobs" gigantes...
Acho que gosto não se discute. Mas vocês gostam???
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Teoria da aula de inglês
Ahá! Acharam que iam ficar livres das minhas teorias? Mas não contavam com minha astúcia...
O negócio é o seguinte, bonitonas: depois que comecei a dar aulas de português para escoceses, fiquei observando mil coisas nos alunos e mirabolando teorias mirabolantes, que apresento a seguir. O nome ideal do post seria "Teoria da Aula de Português para Escoceses", mas acho que ficou melhor assim, porque acho (humildemente) que esta teoria é meio universal e se aplica a qualquer pessoa que esteja aprendendo uma segunda (ou terceira, quarta... sétima língua).
Começar a dar aulas de português para quem só fala inglês foi um desafio. Precisei cavucar as minhas lembranças e lembrar de como eram minhas primeiras aulas de inglês, quando eu não tinha noção de nada. Com uma diferença: eu tinha 11 anos (na 5a série do colégio) e todo o tempo do mundo pela frente. Além disso, eu queria aprender inglês pelos motivos mais legais do planeta (ou seja, saber cantar as músicas que tocavam na 98 e na Jovem Pan e falar em inglês com as minhas amigas). Mesmo o sonho de conhecer a Disney só estava previsto para os 15 anos, ou seja: eu tinha tempo de curtir cada coisa nova.
Quando entrei no cursinho de inglês, calhou de eu ser da sala de uma menina que era da minha sala do colégio (mas que, antes do inglês, não era tão minha amiga assim). E nós duas, gostando muito da aula, nos aproximamos, e conversamos, conversamos, conversamos...MUITO. A gente morava perto e saíamos da aula as 9:30 da manhã, andávamos até a calçada da casa dela e sentavámos nuns degraus para conversar tudo (assuntos inesgotáveis da tarde anterior em que, obviamente, tínhamos vivido no colégio) e ficávamos lá, "gastando nosso inglês". Claro que, esporadicamente, praticávamos nossa língua secreta em bilhetinhos com segredos inconfessáveis (do tipo: qual o menino da sala você acha mais bonito) e outros assuntos altamente sigilosos. Assim, surgiu a Bárbara, que é minha amiga vip(madrinha de casamento e tudo) até hoje. Momento Freud explica: Bárbara, entre outras coisas, é professora de inglês.
Bom, o fato é que, quando a gente aprende inglês na adolescência, na infância, a gente vive cada aula de uma vez. Ri. Conversa. Adooooora quando tem música. Até canta a música!!!
A gente aprende o presente simples. O verbo to be. Eu sou. Você é. Depois, aprende o presente contínuo. Eu estou sentindo. E, só depois, começa a pensar em futuro próximo (near future). Eu estou indo.... O passado e o futuro, afe, são questões avançadíssimas e despreocupantes. Quando surgir, tá ótimo, mas, no inglês da adolescência, a gente fala mesmo é do presente.
Agora, no português par estrangeiros que já passaram dos trinta, a coisa é completamente diferente. Primeiro porque eles não QUEREM exatamente aprender, mas eles PRECISAM aprender. E ai, já viu, né? Começamos a primeira aula com verbo ser/estar e eles já querem uma planilha de todos os conteúdos. Na segunda aula, surge a pergunta sobre o passado, as conjunções e, lá pela quarta, quinta aulas, esteja certo, virá uma leve alfinetada: precisamos saber falar o futuro também, viu, professora?
Do mesmo jeito, eu acho, funcionam os relacionamentos. Quando a gente conhece as pessoa na adolescência, e por pessoas eu digo, pretendentes, pretendidos, a gente conversa. Ri. Vai no cinema com uma turma enooooooorme. No Pizza Hut. Nas festas de 15 anos. A gente fala do presente: eu sou, você é. Fala do presente contínuo: estou começando a gostar de você...depois, de alguns meses, pode acontecer de falarmos no futuro próximo: eu estou indo na festa da fulana sábado, você quer (no presente) ir também?
A gente dá tempo de cada tempo verbal aparecer, e vai se divertindo com os aprendizados e com as descobertas de cada etapa.
Agora, quando a gente passa dos 20 (dos 25 talvez???) a coisa muda de figura. A gente conhece um bonitão e, no primeiro dia, já quer falar do presente, do presente contínuo e do futuro próximo (o que você vai fazer amanhã/semana que vem/ domingo a tarde?).
Antes mesmo da segunda aula, ops, do segundo encontro, a gente já dá uma adiantada no passado, liga pras amigas, levanta as "ex", entende os casos que deram certo, planilha os prós e os contras. E, claro, lá pela quinta saída, a gente quer saber o futuro.
Com isso, meus alunos adultos perdem muito. Eles não conseguem captar o traquejo da língua. Eles sabem todas as conjugações, mas não tem tempo de entender o ritmo, a sonoridade, captar a diferença entre tomar café e beber café. Porque dizer que você não tomou café é completamente diferente de não ter bebido café. E porque também xarope a gente toma, e vinho a gente bebe. Mas sim, podemos tomar cerveja.
Conhecer uma língua nova, precisa de tempo. Não tem como ser instantâneo e eu não posso prometer fluência em 20 aulas. Do mesmo jeito que um novo relacionamento pode ter quase tudo em 20 encontros: você sabe que o beijo é bom, que ele é mal resolvido com a ex, que a mãe é possessiva e que, em 2 anos, ele pretende ser gerente da multinacional onde trabalha. Mas, infelizmente, você não vai saber qual é a expressão que ele faz quando a conversa está entediante, onde ele sente mais cosquinha e qual é a camisa que ele usa nas reniões realmente importantes.
Assim como uma língua, a gente aprende as pessoas. Mas: leva muito, muito tempo. E é um aprendizado que não acaba nunca.
PS: Só uma coisa. Aprender inglês, para nós, é muito mais fácil do que aprender português para meus alunos. Nascemos ouvindo inglês. Músicas, filmes. Lendo pequenas palavras em inglês em todos os rótulos. A gente não percebe, mas já vai "sacando" inglês desde sempre, nem que seja um "I love you, baby". Por aqui, português não existe. Vocês não acreditam minha dificuldade pra conseguir material didático. É Pelé, Santos, Brasil, e olhe lá. Mais ou menos como seria aprendermos grego. Ou russo. Um pouco mais fácil, porque pelo menos nosso alfabeto é o mesmo.
Bonitona Convidada - Marina Favato!
Bonitonas,
depois do desencalhe 2 - a missão, decidi convidar algumas bonitonas para conversarem com a gente.
Em primeiro lugar, porque que seria de nós sem nossas amigas, não é mesmo? Em segundo lugar, porque tenho conhecido tanta gente bacana depois que comecei o blog, que achei justo que vocês conhecessem também...
Em primeiro lugar, porque que seria de nós sem nossas amigas, não é mesmo? Em segundo lugar, porque tenho conhecido tanta gente bacana depois que comecei o blog, que achei justo que vocês conhecessem também...
A bonitona convidada para inaugurar nossa nova sessão é a Marina Favato.
Uma bonitona mineira, com B maiúsculo, dona de um sorriso sempre aberto e um olhar mais que especial sobre tudo o que a cerca. E, com um olhar aguçado assim, a Marina virou fotógrafa. Fotógrafa de casamento, entre outras coisas...
Conheci a Marina num "Encontro Inusitado" promovido pela Marcia Charnizon (http://www.marciacharnizon.com.br/). Depois que conheci, nunca mais perdi de vista: ela tem site (http://www.marinafavato.com/), tem blog e tem poesia na alma. E a poesia que ela respira e inspira é revelada em cada clique que a Marina dá. Por isso, quando pensei em trazer outras bonitonas para o blog, a Marina me veio logo à cabeça... Agora, com vocês...
1. Como aconteceu a fotografia de casamentos na sua vida?
Eu não escolhi a fotografia, a fotografia me escolheu. Sou formada em Arquitetura e trabalhei no ramo por 5 anos. Apesar de sempre ter amado fotografia, eu nunca me imaginei trabalhando como fotógrafa. Uma vez, fiz um curso e o professor ao ver minhas fotos me chamou para trabalhar com ele e desde então não parei mais, foi amor à primeira vista!
2. O que você ama sobre casamentos?
O turbilhão de emoções que emana dos rostinhos, a felicidade latente e o amor que paira no ar.
Hum... também adoro bem-casados!
3. Qual o casamento dos seus sonhos, ou um casamento inesquecível para você?
Meu sonho é um mini-wedding no México, na praia, com os pés na areia,amigos queridos, família e meu par perfeito (ainda estou a procura...rs).
Um casamento inesquecível? Ai... já fui a vários casamentos lindos e neste curto tempo de profissão tive a sorte de registrar casamentos memoráveis, mas cada um tem seu charme, sua marca, seu diferencial.
O que me chama mais a atenção sempre é a emoção dos noivos. Agora, não posso negar que adoro cerimônias na luz do dia.
5. Uma frase pra lembrar sempre...
Essa é difícil... amo frases, palavras, citações. Mas hoje seria: "A única responsabilidade autêntica de cada um é com o próprio potencial, a própria inteligência e consciência." Osho
Eu não escolhi a fotografia, a fotografia me escolheu. Sou formada em Arquitetura e trabalhei no ramo por 5 anos. Apesar de sempre ter amado fotografia, eu nunca me imaginei trabalhando como fotógrafa. Uma vez, fiz um curso e o professor ao ver minhas fotos me chamou para trabalhar com ele e desde então não parei mais, foi amor à primeira vista!
O turbilhão de emoções que emana dos rostinhos, a felicidade latente e o amor que paira no ar.
Hum... também adoro bem-casados!
3. Qual o casamento dos seus sonhos, ou um casamento inesquecível para você?
Meu sonho é um mini-wedding no México, na praia, com os pés na areia,amigos queridos, família e meu par perfeito (ainda estou a procura...rs).
Um casamento inesquecível? Ai... já fui a vários casamentos lindos e neste curto tempo de profissão tive a sorte de registrar casamentos memoráveis, mas cada um tem seu charme, sua marca, seu diferencial.
O que me chama mais a atenção sempre é a emoção dos noivos. Agora, não posso negar que adoro cerimônias na luz do dia.
4 O que você acha mais legal de ser bonitona?
Ter a felicidade de se fazer o que ama, desfrutar da liberdade e colher os frutos dos próprios atos.
5. Uma frase pra lembrar sempre...
Essa é difícil... amo frases, palavras, citações. Mas hoje seria: "A única responsabilidade autêntica de cada um é com o próprio potencial, a própria inteligência e consciência." Osho
Ah, é claro que todas as fotos do post são da Marina, né???
Encantada - Marina Favato
Como se fosse possível…
Me encanto a cada novo gesto que me concede
A cada nova palavra que me descreve
Ao que descreve de nós
Ao que murmura aqui dentro
E espalha ao quatro cantos
Me encanto com as possibilidades que me oferece
Com meus sonhos que realiza
Com a vontade que me impulsiona
Com o amor incondicional que despeja sobre mim
E em nós
Encantados por sermos parte do encanto
Nos encantamos a cada novo instante
A cada novo olhar
A cada nova sílaba
A cada gesto de amor
Marina Favato
Eu disse que a Marina era poesia pura, não disse? Encantadora!!!
Me encanto a cada novo gesto que me concede
A cada nova palavra que me descreve
Ao que descreve de nós
Ao que murmura aqui dentro
E espalha ao quatro cantos
Me encanto com as possibilidades que me oferece
Com meus sonhos que realiza
Com a vontade que me impulsiona
Com o amor incondicional que despeja sobre mim
E em nós
Encantados por sermos parte do encanto
Nos encantamos a cada novo instante
A cada novo olhar
A cada nova sílaba
A cada gesto de amor
Marina Favato
Eu disse que a Marina era poesia pura, não disse? Encantadora!!!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
A teoria do encalhamento - parte 2
Quando escrevi a teoria do encalhamento, para o blog e para o livro, eu disse que estar encalhada não era simplesmente estar solteira. Encalhar, para mim, é ficar parada no tempo, enquanto tudo a nossa volta evolui.
E ai, nesse conceito, posso dizer que reencalhei nos últimos meses. Pode ser que tenha sido um respiro criativo. Um desassossego. Uma pausa. Um estado de alerta. Mas, como nunca antes na história deste blog, mesmo quando o encalhamento era uma questão de estado civil, eu me senti encalhada. E isso é bem triste, como algumas de vocês devem bem saber.
Acho que o tempo livre e o fato de estar longe das minhas amigas (incluindo minhas familiares, que são minhas amigas também), me fez entrar em parafuso. Ficava pensando em várias coisas do passado, em várias coisas que fiz, falei, pensei, em várias situações que vivi e que, hoje, vejo/avalio de forma diferente. Fiquei remoendo atitudes que não tenho como mudar, pensamentos de outros tempos que, feliz/infelizmente, não tenho como repensar. E fiquei travada. Comecei a pensar: Nossa, se eu olho pra trás e penso que errei tanto, então, daqui a um tempo, vou olhar pra hoje e pensar que estou errando de novo, e de novo, e de novo... Então, eu travei. Simples assim.
E eu juro que tentei escrever alguns posts, mas achei que estava sendo boba, feia, chata, ou todas as alternativas anteriores. E eu sempre achei que, se for pra fazer mal feito, é melhor nem fazer. Porque quando a gente decide levar aos outros uma coisa que é nossa, tem que ser uma coisa com a qual a gente se identifique, uma coisa da qual a gente, ainda que minimamente, se orgulhe...
Por outro lado (e para sair do labirinto em que me coloquei), comecei a pensar que nem tudo o que tinha feito me deixava preocupada, triste, arrependida. Que, no saldo geral, as coisas que faria exatamente do mesmo jeito, eram a maior parte. E que, por elas, eu sentia que meu saldo de vida era positivo. Porque sim, eu posso ter magoado alguém no caminho...mas também posso ter feito algumas pessoas felizes. E não tenho como apagar nada, mas, felizmente, há muito o que escrever ainda. E, com todas as páginas em branco pela frente, é melhor pegar logo a caneta, as canetinhas e o lápis de cor e tentar caprichar.
Agora, finalmente, sinto que desencalhei. Que estou novamente pronta para recomeçar o blog...não de onde parei, mas de onde estou agora. Sinto que o que penso hoje, é, bem...é o que a pessoa que sou HOJE pensa. Se vou mudar? Se vou pensar diferente no futuro? Pode ser que sim. Pode ser que não. Seja o que Deus quiser.
Um novo ponto de partida. Não sei os rumos que este blog vai tomar, não sei o que está por vir. Só sei que a gente tem que ir em frente, dando os passos no nosso ritmo, mas olhando pra frente. Escrevendo, desenhando e colorindo. E rindo.
De volta!
Oláaaaa, Bonitonas!
Saudades de vocês, do blog, de tudo! As novidades começam hoje, e vão vir aos poucos, pra vocês terem tempo de palpitar, de dizer o que acham, o que pensam, e movimentar isso aqui, né?
Este post era pra ter entrado no ar dia 1. de maio, quando ainda estava no Brasil, adivinhem, para um...CASAMENTO! Fui ser madrinha de uma prima muito querida, e, obviamente, tenho novidades pra contar, fotos pra postar, pensamentos pra pensar, escritos pra escrever...
Nada melhor que um dia de festa, e um dia de compromisso, pra recomeçar, pra tentar por em ordem essa cabeça, mesmo já suspeitando, agora, que a cabeça vai estar sempre bagunçadinha, com novas questões, novas perguntas, novos temas. Ainda bem! Ainda bem!!!
Nesses dias de férias, vi muitas coisas novas, muitos filmes, ouvi muitas músicas...Tudo de bom pra tomar um folêgo, sabe? E, agora, se vocês ainda me aceitarem de volta, estou aqui...
É isso, bonitonas. Bem isso: eu voltei, voltei para ficar!
Para terminar esse post de reencontro, eu queria deixar um video pra vocês. Roubei do blog da minha irmã (http://www.thaisagrande.blogspot.com/) e essa música, bem, é uma música que ela me apresentou e que faz tanto sentido pra mim, que eu me apropriei.
É um forró, bem levinho, mas cheio das frases que me fazem mais leve...
...A lagarta rasteja até o dia em que cria asas...
...Toda caminhada começa no primeiro passo...
...Observe quem vai subindo a ladeira...seja princesa ou seja lavadeira, pra ir mais alto, vai ter que suar!!!...
Então é isso. As grandes coisas não nascem do dia pra noite. E, com grandes coisas, eu quero dizer grandes amizades, grandes amores, grandes aprendizados... Pra ir mais alto vai ter que suar!
Um beijo enorme,
Laura
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Aviso
Bonitonas,
desculpem-me pelo sumiço! Fiquei pensando, pensando e acebi fechanod o blog para reforma. As "obras" terminam dia 1o (primeiro) de maio, e prometo a todas que estará cheio, cheio de novidades!!!
Aguardem!!!
Beijos com muitas saudades,
Laura
desculpem-me pelo sumiço! Fiquei pensando, pensando e acebi fechanod o blog para reforma. As "obras" terminam dia 1o (primeiro) de maio, e prometo a todas que estará cheio, cheio de novidades!!!
Aguardem!!!
Beijos com muitas saudades,
Laura
sexta-feira, 26 de março de 2010
Se enamora
No último post eu falei sobre emails que mudam meu dia, né?
E hoje recebi este, que a Ana (http://www.nomeiodemim.blogspot.com/) achou e me mandou.
Não resisti e tive que dividir com vocês. Porque fez minha sexta-feira (sempre) chuvosa tão mais feliz... e porque eu desejo que possa fazer a de vocês também.
Morri, morri, morri...de amores!
Bom fim de semana, bonitonas e bonitões...
E hoje recebi este, que a Ana (http://www.nomeiodemim.blogspot.com/) achou e me mandou.
Não resisti e tive que dividir com vocês. Porque fez minha sexta-feira (sempre) chuvosa tão mais feliz... e porque eu desejo que possa fazer a de vocês também.
Morri, morri, morri...de amores!
Bom fim de semana, bonitonas e bonitões...
segunda-feira, 22 de março de 2010
Meta
Tem dias que eu acordo macambuza e sorumbática e fico meio tristinha, pensando se o que eu faço tem sentido, se o blog devia acabar, se as coisas que ando escrevendo estão valendo a pena para vocês, se eu estou meio seca de ideias... dúvidas existenciais, dúvidas, dúvidas, dúvidas...
Nesses dias de tantos serás, às vezes, acontece de eu abrir o email e ter uma resposta. Um email que justifica tudo, um emailzinho só, que faz com que o tudo valha a pena. Quando qualquer bonitona tira uns minutinhos do dia, pra dizer que o blog fez qualquer diferença (mesmo que uma diferencinha de nada) no dia de alguém, então o meu dia muda todo também, sabe?
E hoje, tive dose dupla de felicidade.
Recebi um email lindo, e um poema mais lindo ainda. O email veio de uma bonitona que eu ainda não conheço pessoalmente, o poema veio de uma amiga de todas as horas, que me apoia, me incentiva, e faz toda a diferença na minha vida. O poema, engraçadamente, traduz a amiga que me enviou as palavras...uma amiga que é colo, braço, palavra, silêncio, alegria, lágrima, amor. Amiga né? Com todas as implicações que a amizade tem.
Recebi um email lindo, e um poema mais lindo ainda. O email veio de uma bonitona que eu ainda não conheço pessoalmente, o poema veio de uma amiga de todas as horas, que me apoia, me incentiva, e faz toda a diferença na minha vida. O poema, engraçadamente, traduz a amiga que me enviou as palavras...uma amiga que é colo, braço, palavra, silêncio, alegria, lágrima, amor. Amiga né? Com todas as implicações que a amizade tem.
E eu queria então agradecer a todas as bonitonas que fazem parte desse blog (desse livro, desse sonho) e, além de pedir desculpas a todas pelo sumiço, pelos posts meio jururus que andam aparecendo por aqui e deixar umas palavrinhas, que não são minhas, mas que ganhei de presente, e ficam sendo um pouco minhas também...
Queria dizer que, pelo riso ou pelo coração mole, pela seriedade ou pela brincadeira, pelo bom humor ou pelo desabafo, a meta desse blog é esta: fazer a vida mais leve. Mais livre. Mais doce. Mais feliz.
Fazer a vida mais bonitona - por dentro e por fora.
Fazer a vida mais bonitona - por dentro e por fora.
Saber Viver
Cora Coralina
Não sei... se a vida é curta
Ou longa demais para nós
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita.
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é nada de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja curta, nem longa demais
Mas que seja intensa, verdadeira e pura...
enquanto durar.
Obrigada, Débora Martins e Ana Sílvia, pelas palavras que fizeram a diferença no meu hoje.
sábado, 20 de março de 2010
30 anos!
PS: Só comecei a chorar pq tem um erro horrível de português nos cartazes e não dava tempo de fazer tudo de novo. Ah, foi...
terça-feira, 9 de março de 2010
Outras opções
Essa semana, li essa manchete no globo.com:
Sul-coreano 'casa-se' com travesseiro
Sul-coreano 'casa-se' com travesseiro
Fiquei desolada. Poxa, não bastasse a falta de homens heterossexuais casadoiros, agora as bonitonas têm que disputar com travesseiros?
Mas, rapidamente, me lembrei que tinha lido isso aqui:
Site vende travesseiro de Robert Pattinson
Confesso que achei meio feioso e desengonçado, mas, se eles podem, nós também podemos, problema parcialmente resolvido...será que não fazem desses com outros rostos não?
Laura
sábado, 6 de março de 2010
Arrasada
Bonitonas,
estou ARRASADA hoje!
estou ARRASADA hoje!
Explico: estava eu indo tranquilamente para a ginástica, por volta de uma hora da tarde, quando, ao passar pela porta da igreja da faculdade (que é uma capela LINDA, de mil quatrocentos e tataravó gatinha) percebi uma movimentação estranha, e um bolinho de pessoas concentradas do lado de fora do murinho. Também do lado de fora, um moço devidamente vestido de escocês, armado com sua gaita de foles, e um tapete vermelho, que terminava na porta de uma Mercedes.
Como brasileira que sou, fui assuntar e qual não foi minha surpresa ao descobrir que, naquele exato momento, estava acabando de acontecer uma legítima cerimônia de casamento escocês e que a noiva estava prestes a sair da igreja!!! De repente, o moço da gaita começou a tocar (bem, tocar é uma palavra forte, mas emitir os sons típicos do instrumento, e saiu de lá a noiva, com seu marido!!!
Atrás deles, vieram os pais, as daminhas, as madrinhas (de cor igual, modelos diferentes) e um povaréu de chapéus e adereços de cabeça muuuuito legais, eles começaram a tirar as fotos em frente a igreja, cada homem que saía estava com um kilt diferente (cada xadrez representa um clã)...foi muito, mas muito legal.
O arraso ficou por conta de a blogueira fajuta que vos escreve não ter uma camerazinha sequer pra registrar esse momento inesquecível! É claro que, agora que sei que há casamentos nessa igreja, vou ficar mais atenta, ver se consigo descobrir com antecedência para registrar e postar tudo aqui... Mas snif, digam se não é pra ficar ARRASADA?
Bem, de qualquer jeito, pesquisei na internet umas fotos que deem a idéia para vocês, ainda que aproximada, do que foi que eu presenciei...mas, infelizmente, não achei. Porque as fotos que encontrei são muito bregas, e o que eu vi, na vida real, estava tão lindo, sabe? Um povo chique, e as saias dos homens, hum, não sei se estou começando a adaptar demais, mas achei um charme! É, acho que estou adaptando mesmo...
De qualquer forma, nunca mais saio de casa sem máquina.
Beijos, bonitonas!
sexta-feira, 5 de março de 2010
100.000 acessos!
Bonitonas,
hoje é dia de festa no blog, porque alcançamos os 100.000 acessos. Tirando os meus acessos (que devem ser uns 50.000), acho que ainda temos uns bons 50.000 pra comemorar!
Por isso, quero só agradecer, a todas vocês que fazem parte desse nosso espaço de bonitonas - encalhadas ou não - por me visitarem e, com seus recadinhos, emails, sugestoes, fazerem toda diferença na minha vida.
Eu acho um pouco difícil responder aos comentários (mas emails eu respondo todos, viu?), mas saibam que eu leio tudo e adoro saber o que vocês pensam. Como no post do photoshop, vcs não imaginam como me senti ao ver que outras pessoas também passam pela mesma coisa, tem a mesma impressão/sensação...
Enfim, era só pra dizer muito obrigada mesmo, do fundo do coração!
Um beijo a todas vocês,
Laura
hoje é dia de festa no blog, porque alcançamos os 100.000 acessos. Tirando os meus acessos (que devem ser uns 50.000), acho que ainda temos uns bons 50.000 pra comemorar!
Por isso, quero só agradecer, a todas vocês que fazem parte desse nosso espaço de bonitonas - encalhadas ou não - por me visitarem e, com seus recadinhos, emails, sugestoes, fazerem toda diferença na minha vida.
Eu acho um pouco difícil responder aos comentários (mas emails eu respondo todos, viu?), mas saibam que eu leio tudo e adoro saber o que vocês pensam. Como no post do photoshop, vcs não imaginam como me senti ao ver que outras pessoas também passam pela mesma coisa, tem a mesma impressão/sensação...
Enfim, era só pra dizer muito obrigada mesmo, do fundo do coração!
Um beijo a todas vocês,
Laura
segunda-feira, 1 de março de 2010
Realismo para criancas
Eu sempre fui fa das princesas da Disney e das historias de amor que acabam com "e foram felizes para sempre".
Mas acho que deveria ter prestado mais atencao nas letras das cantigas de roda...
O Cravo e a Rosa
O cravo brigou com a rosa,
Debaixo de uma sacada,
O cravo saiu ferido,
E a rosa despedaçada
O cravo ficou doente,
A rosa foi visitar,
O cravo teve um desmaio,
E a rosa pô-se a chorar.
Assim, so pra saber que, eventualmente, essas coisas acontecem, ne?
Mas acho que deveria ter prestado mais atencao nas letras das cantigas de roda...
O Cravo e a Rosa
O cravo brigou com a rosa,
Debaixo de uma sacada,
O cravo saiu ferido,
E a rosa despedaçada
O cravo ficou doente,
A rosa foi visitar,
O cravo teve um desmaio,
E a rosa pô-se a chorar.
Assim, so pra saber que, eventualmente, essas coisas acontecem, ne?
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Photoshop da vida
Há algum tempo começaram as campanhas contra o uso excessivo de photoshop nas imagens que são veiculadas pela mídia, mais ou menos na mesma época em que começaram os protestos contra a magreza e juventude excessiva das modelos. Eu apoio as duas causas que, para mulheres reais e com algum problema de autoestima (dentre as quais me incluo) são muito interessantes. Essas campanhas ficaram conhecidas pelo nome que a Dove deu: Campanha pela Real Beleza.
Agora, porém, estou lançando uma nova campanha: campanha pela real felicidade nas redes sociais.
Sim, eu tenho orkut, facebook, msn e twitter. E, ultimamente, me sinto o cocô do cavalo do bandido quando entro em cada uma dessas "ferramentas de interaçao".
Nunca encontrei uma pessoa que escrevesse: estou de TPM, em dúvida sobre minha carreira e puta com minha suposta melhor amiga. Não. Todo mundo está sempre feliz demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais, legal demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais, animado demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais.... Todo mundo mandando beijoooooooooooooooooos, uhuuuuuuuuu, aeeeeeeeeeeeeeeeeeeee....
Não que eu seja uma pessoa amarga, carente, chata (ok, pode ser que eu seja, mas eu não acho - hoje, pelo menos, não estou achando, mas tem dias que sim, confesso, eu acho). Só que não é possível que eu seja a única pessoa no mundo que não esteja sempre com um sorriso de orelha a orelha. Outro dia entrei na página de uma amiga (primeiro que é absurdo o tanto de "amigos" que a gente tem nesses lugares...amigo, pra mim, é uma coisa um pouquinho mais selecionada, mas, vamos lá...) e ela tinha 827 amigos. E não dava mais pra ser "amigo" dela e ela teve que criar outra página pros novos amigos.
Gente, que isso?! Amigo leva tempo, sabe? Tem que mandar email, conversar, encontrar (mesmo que seja de ano em ano), e eu amo fazer tudo com e por minhas amigas e amigos, mas, sinceramente, não dá pra ser tão amiga numa só vida.
Será que ninguém nunca pode dar uma forcinha pras minhas questões existenciais e confessar: bebi além da conta e falei batatinha? Ou "Estou pensando na vida e quero pedir desculpas as pessoas que magoei sem querer"...Será que é tão difícil assim escrever uma coisinha como: errei a mão no fim de ano e perdi minha calça preferida? Só pra dar um ar de realidade à coisa? Pra que algumas pessoas imperfeitas - como eu - se identifiquem e comecem a achar que, na verdade, elas não são tão estranhas assim?
Porque, do jeito que as coisas estão/são, o que acaba acontecendo é que (eu, pelo menos, confesso) acabamos repetindo o comportamento e vendendo (postando), nesses espaços, a ideia de que nossa vida também é perfeita.
E ai, pessoas normais, como eu (pelo menos eu acho que sou) acabam se achando completamente anormais. E ficam com vergonha de se sentirem normais (e não suuuuuuper felizes) de vez em quando.
Sabe assim? Porque photoshop de imagem, a gente resolve muito mais fácil que photoshop de vida. Uma overdose de felicidade alheia pode ser muito mais massacrante do que umas fotinhos que a gente sabe que foram tratadas.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Para lembrar
Olha só, a vida não é fácil, mas ninguém disse que seria.
Às vezes a gente se sente perdida, as vezes a gente se sente achada, varia mesmo e é normal que seja assim. O maior amor nem sempre é o que durou mais, nem é aquele amor à primeira vista. Aliás, as vezes, o amor da sua vida pode ser a milésima vista.
Amor precisa de tempo pra acontecer. A gente não ama de cara, de supetão. Aliás, pode até suspeitar que vai, mas amar, confirmado, só depois que a gente sabe mesmo.
Amar dá um trabalho danado.
Mas faz um bem danado também.
Às vezes a gente se sente perdida, as vezes a gente se sente achada, varia mesmo e é normal que seja assim. O maior amor nem sempre é o que durou mais, nem é aquele amor à primeira vista. Aliás, as vezes, o amor da sua vida pode ser a milésima vista.
Amor precisa de tempo pra acontecer. A gente não ama de cara, de supetão. Aliás, pode até suspeitar que vai, mas amar, confirmado, só depois que a gente sabe mesmo.
Amar dá um trabalho danado.
Mas faz um bem danado também.
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