Mostrando postagens com marcador Fitinha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fitinha. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Ainda o drama da fitinha

Hoje, pela primeira vez, tive que sair a noite com a fitinha. Olha, falando sério, estou muito disposta a continuar com essa fitinha, aconteceram algumas coisas bacanas, nada específico, mas estou sentindo umas energias positivas a meu favor...coisas de mulher, espero que vocês entendam.
O maior problema é que eu amo vestidos curtos, queria muito usar um, e acabei tendo que desligar meu senso de ridículo e encarar o salto com fitinha. Sendo sincera, ficou horroroso. Não sei se já mencionei aqui que a fitinha é amarela, e que tem uma looooonga ponta sobrando, mas enfim, estou teorizando que o desafio da fitinha é esse mesmo. O Senhor do Bonfim quer testar o quanto você deseja mesmo o que pediu, para abrir mão do glamour e aderir ao adereço.
Na hora de escolher a roupa, tentei ignorar o problema, e acabei ficando com um vestido mesmo. Nessa hora, me bateu um alívio por ter escolhido a canela e não o pulso. Sair de manga longa é impossível e, nos dias de semana, ia ficar inevitável a exibição constrangedora da minha súbita supersticiosidade (inventei a palavra agora, mas espero que vocês entendam).
Voltando do passeio, me ocorreu o seguinte: será que o desejo só realiza quando a fitinha arrebentar? Alguém tem alguma ideia (já escrito na nova regra) qual é o tempo médio de duração das fitinhas? Será que antes dos 30 vai rolar?
Ai, meu Senhor do Bonfim, onde é que eu fui amarrar minha...

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Fitinhas


Eu sei que pra quem tem acompanhado o blog pode até parecer que eu sou supersticiosa. Não sou. Juro.


Não é que eu acredite em tudo o que tenho tentado, mas é fato que eu tento tudo que me falam ser possível. A lógica é: se não fizer bem, mal não faz também e, afinal, tentar por não tentar, prefiro ser brasileira e não desistir nunca.


Agora, aos novos fatos.


Ainda de férias, havia diversas fitinhas do Senhor do Bonfim pela pousada. Totalmente gratuitas. Totalmente espalhadas por toda parte. Praticamente me convidando a fazer os três pedidos, dar os três nozinhos e esperar até a bendita fita se desfazer de tão fininha e arrebentar. Não resisti. Fiz três pedidos, um a cada nó. Um pedido foi óbvio (pra quem já me conhece), outros dois nem tanto, mas nenhum deles pode ser contado, sob pena de - segundo a simpatia - não se realizar.


Na hora - não sei onde estava com a cabeça - achei que seria mais discreto amarrar o adereço na canela, em vez do pulso. Agora, estou eu, uma aberração de calça social e ponta de fitinha amarela aparecendo. Podia até estar charmosinho na praia, e era bom que as pessoas olhasse para a fitinha, em vez de olhar para as banhas que vinham logo acima espalhadas pelas minhas pernas/glúteos/abdomen...
Sabe aquela expressão "amarrar a melancia no pescoço"? Entao estou me sentindo a versão abaianada do ditado. Amarrar a fitinha na canela. Que idéia foi essa? Está muito feio. Não sei explicar direito, mas a primeira impressão é de que fugi com outra roupa por baixo. Parece que sou doida. Não tem jeito de ficar bom. Será que eu posso cortar a ponta da fitinha? Será que isso diminuiria a capacidade do pedido ser atendido pelo Senhor do Bonfim? Pior que isso, é que a fitinha ficou meio justa, em alguns momentos, com esse calorão, meu pé incha e estou tendo a sensação de que está formigando e vai cair em seguida.

Eu sei que engordei bastante (está ai minha calça preta reservada para momentos de extrema gordura, servindo com perfeição, que não me deixa mentir...). Só que emagrecer as canelas não é um objetivo dos mais fáceis. Até tentei no google: exercícios para afinar canela. Não achei nada específico.


E também não quero cortar a cordinha. Com 27 anos, não posso dar uma chance dessas ao azar.


Já estou antevendo. Eu de longo em todos os casamentos desse ano. De bota de cano alto assim que chegar o inverno. Chega inverno, chega inverno...


Acho que casei com a fitinha. Até que a morte (dela) nos separe...